Inglaterra x Rep. Dem. Congo — Copa 2026 (Jogo 80)

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Grupo 16-avos de final · Jogo 80
Inglaterra
Inglaterra
2×1
Rep. Dem. Congo
Rep. Dem. Congo
⚽ Harry Kane 75'
⚽ Harry Kane 86'
Brian Cipenga 7' ⚽
🏟️ EstádioMercedes-Benz Stadium, Atlanta
📅 Data01 de julho de 2026 · 13:00

Escalações

Inglaterra Inglaterra 4-2-3-1
  1. Jordan Pickford (GOL)
  2. Djed Spence
  3. John Stones
  4. Marc Guéhi
  5. Aaron Wan-Bissaka
  6. Declan Rice
  7. Jude Bellingham
  8. Noni Madueke
  9. Morgan Rogers
  10. Marcus Rashford
  11. Harry Kane
🎓 Técnico: Thomas Tuchel
🔄 Substituições Anthony Gordon (60')Bukayo Saka (60')
Rep. Dem. Congo Rep. Dem. Congo 4-4-2
  1. Lionel Mpasi (GOL)
  2. Chancel Mbemba
  3. Axel Tuanzebe
  4. Joris Kayembe
  5. Arthur Masuaku
  6. Charles Pickel
  7. Samuel Moutoussamy
  8. Noah Sadiki
  9. Cédric Bakambu
  10. Yoane Wissa
  11. Brian Cipenga
🎓 Técnico: Sébastien Desabre
📊 Estatísticas da partida
65% Posse de bola 35%
19 Chutes 6
8 Chutes a gol 3
9 Escanteios 3
10 Faltas 14
Dados compilados pela Redação Sampa News.
🎯 Favoritismo pré-jogo análise Sampa News
Inglaterra é o favorito — amplamente favorita, mas passou o maior sufoco da campanha: perdia desde os 7 minutos e só virou nos 15 finais com o brilho de Kane.
Leitura editorial da Redação, baseada em campanha e retrospecto — não é probabilidade estatística ao vivo.
✍️ Análise da partida Redação Sampa News

A Inglaterra sobreviveu ao maior susto de sua campanha na Copa 2026. Perdendo desde os 7 minutos de jogo, o time de Thomas Tuchel precisou de uma atuação de gala de Harry Kane nos 15 minutos finais para virar sobre a República Democrática do Congo por 2 a 1, em Atlanta, e garantir vaga nas oitavas contra o anfitrião México, no Azteca.

O roteiro começou como pesadelo inglês. Logo aos 7 minutos, em sua primeira finalização, o Congo abriu o placar: após lançamento da direita e desvio de Chancel Mbemba, Brian Cipenga apareceu livre pela esquerda e bateu rasteiro no canto de Pickford — o primeiro gol do atacante pela seleção, justamente na estreia congolesa em mata-matas de Copa. A Inglaterra, atordoada, demorou 30 minutos para dar sua primeira finalização, a espera mais longa do país em Copas desde 1996.

A partir daí, foi um jogo de ataque contra defesa. O goleiro Lionel Mpasi fez uma série de defesas espetaculares — parou Bellingham três vezes —, Rashford teve chute salvo em cima da linha por Wan-Bissaka, e Kane chegou a ter um pênalti não marcado após contato do goleiro. Do outro lado, o Congo quase ampliou com Yoane Wissa, que acertou a trave. A tensão nas arquibancadas de Atlanta era palpável.

A virada veio pelas mãos (e pés) do capitão. Aos 75, Kane subiu para cabecear cruzamento perfeito do recém-entrado Anthony Gordon e empatar. E aos 86, o golaço da classificação: girou sobre o marcador no meio da área e soltou uma bomba indefensável no canto alto. Delírio no banco inglês — e alívio histórico: foi a primeira vez que a Inglaterra venceu um jogo de Copa após ir perdendo no intervalo (em nove tentativas anteriores, eram sete derrotas e dois empates).

Os números de Kane entram para a história: com o bis — o primeiro de um inglês em mata-mata de Copa desde Gary Lineker em 1990 —, o camisa 9 chegou a 13 gols em Copas do Mundo, ultrapassando Pelé (12), e a 5 nesta edição, atrás apenas de Messi e Mbappé (6) na Chuteira de Ouro. O Congo se despede de cabeça erguida após campanha histórica. E a Inglaterra avança sabendo que precisará de muito mais diante do México e seus 87 mil torcedores no Azteca, domingo.

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