Funk, pagode, forró e axé: os ritmos que movem o Brasil em 2026 e seus maiores representantes
A diversidade musical brasileira é um patrimônio cultural único. Enquanto o mundo discute quem vai dominar a música pop global, o Brasil produz internamente ritmos que nenhum outro lugar consegue replicar — cada um com história, identidade e público fiel.
🎤 Funk — o ritmo das periferias ao mainstream
O funk brasileiro passou de música estigmatizada a fenômeno global em questão de anos. Em 2026, o gênero tem presença em todos os segmentos — das festas de periferia às baladas de alto padrão, dos Reels do Instagram aos palcos internacionais. O funk paulistano tem identidade própria em relação ao funk carioca, com batidas diferentes e letras que refletem a realidade das quebradas de SP.
🥁 Pagode — tradição com renovação
O pagode baiano domina as festas e eventos ao ar livre do Nordeste e chega cada vez mais forte ao Sul e Sudeste. O pagode tradicional carioca, berço do gênero, tem artistas que carregam a tradição com qualidade — enquanto uma nova geração mistura o gênero com elementos do pop e do R&B.
🎸 Forró — do pé de serra ao eletrônico
O forró é o gênero com maior crescimento de ouvintes jovens no Brasil nos últimos anos. O forró pé de serra (o tradicional, com triângulo, zabumba e sanfona) ganhou status de “cool” entre jovens urbanos, enquanto o forró eletrônico domina festas e arraiais do Nordeste. São João 2026 promete ser um dos maiores da história.
🌴 Axé — Salvador é o coração
O axé music, criado na Bahia nos anos 80, continua como a trilha sonora do verão brasileiro. Ivete Sangalo mantém posição de maior artista do gênero — e uma das maiores artistas do Brasil em qualquer gênero — enquanto nomes mais novos renovam o som carnavalesco.

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